Divórcio não precisa virar guerra.
A gente cuida da parte jurídica para você cuidar do resto. Consensual ou litigioso, com filhos ou sem, com bens a partilhar ou não — a conversa começa entendendo o seu caso, não vendendo um serviço.
116 avaliações · 5,0 no Google
Pode escrever a qualquer hora. O escritório atende segunda a sexta, das 8h às 18h, e você não precisa ter nenhum documento em mãos para começar a conversa.
Existem três caminhos. Descubra qual é o seu
O que muda entre eles é o tempo, o custo e se você precisa ou não ir ao fórum. Duas informações resolvem: se há acordo, e se há filhos menores.
- É o meu caso
Se…
Há acordo entre os dois e não há filhos menores
Seu caso é
Cartório
O mais rápido dos três. Não passa pelo fórum, é feito em cartório e pode ser resolvido por procuração — dá para fazer sem sair de casa.
- É o meu caso
Se…
Há acordo entre os dois, mas há filhos menores
Seu caso é
Judicial consensual
Continua amigável e continua rápido, mas precisa da validação do juiz: havendo filhos menores, o Ministério Público participa do processo.
- É o meu caso
Se…
Não há acordo, ou a outra parte sumiu
Seu caso é
Judicial litigioso
A ação corre sem depender da vontade do outro. O juiz decide o que não foi acordado — bens, guarda e pensão. Demora mais, mas acontece.
Não sabe em qual você se encaixa? Também tudo bem — descreva a situação no WhatsApp e a gente identifica.
Não é urgente. Mas ficar como está tem preço
A separação de fato resolve a convivência e não resolve o resto. Enquanto o divórcio não é averbado, isto continua valendo — e são coisas que quase ninguém sabe até acontecer.
-
Dívida que não é sua
Enquanto o divórcio não é averbado, vocês continuam casados perante a lei. Se o outro contrair dívida ou responder a processo, separar o que é dele do que é seu passa a depender de você provar a separação de fato — e prova disso é justamente o que não existe quando nada foi formalizado.
-
Herança e meação
Sem o divórcio, o ex-cônjuge continua na linha de sucessão do seu patrimônio, conforme o regime de bens do casamento — podendo concorrer com os seus filhos e a sua família.
-
A vida civil trava
Sem a certidão averbada, comprar ou vender imóvel exige a assinatura do ex, financiamento fica mais difícil, e casar de novo não é possível.
-
Perder metade do imóvel
Se você saiu do imóvel do casal e deixou o outro morando lá sozinho por mais de dois anos, sem partilha e sem cobrar aluguel, existe o risco de perder a sua metade por usucapião familiar — está no art. 1.240-A do Código Civil.
-
O imposto vai subindo
Quanto mais tempo passa para formalizar a partilha, maior a chance de incidirem juros e multa dos impostos de transferência de bens. Regularizar depois costuma custar mais do que custaria agora.
-
Pensão combinada de boca
Promessa verbal de pensão não se executa. Se o valor não foi fixado pelo juiz, não dá para cobrar os meses atrasados — e tudo que foi pago ou prometido no passado fica sem respaldo.
Quem já passou por isso com a gente
116 avaliações · 5,0
no Google, escritas pelos próprios clientes
-
Gostaria de expressar minha profunda gratidão pelo seu excelente trabalho. Sua dedicação, clareza nas orientações e competência técnica fizeram toda a diferença neste momento. É um privilégio contar com um profissional tão brilhante e comprometido.
Rafaela Camila
-
Fui muito bem atendida. Demonstraram responsabilidade, agilidade e compromisso com o cliente. Super recomendo para quem busca um serviço jurídico de qualidade.
Thainã Knupp
-
Excelente atendimento, muito profissionais e atenciosos em todas as nossas dúvidas!! Sempre procuram nos explicar tudo da forma mais clara possível!!
Vinícius Rodrigues
-
Equipe organizada, atendimento com muita humanidade, comprometimento e dedicação.
Juliana Almeida Duarte Domiciano
O que você provavelmente está se perguntando
Estas são as perguntas que as pessoas mais fazem quando escrevem pra gente — na ordem em que elas aparecem. Se a sua não estiver aqui, é só perguntar no WhatsApp.
-
Quanto custa um divórcio?
-
Depende de qual dos três caminhos é o seu — cartório, judicial consensual ou judicial litigioso — e isso a gente identifica em duas ou três perguntas. Fora o honorário do escritório, todo divórcio tem custos que não são nossos e que você paga direto a quem cobra: o cartório tem os emolumentos dele, o processo judicial tem as custas da Justiça, e havendo transferência de bens há imposto. A gente diz quais entram no seu caso antes de você decidir qualquer coisa.
O honorário é fechado antes de qualquer coisa começar, por escrito, e você só decide depois de saber o número. Nada corre sem a sua assinatura.
-
Mandei a mensagem. E aí, o que acontece?
-
Pode mandar a qualquer hora. O atendimento é no horário do escritório — segunda a sexta, das 8h às 18h — e começa por duas perguntas: se há acordo entre vocês e se há filhos menores. São as duas que definem qual dos três caminhos é o seu. Depois disso a gente explica o que esse caminho envolve e quanto custa.
Você não assina nada por mensagem, e pode parar em qualquer ponto.
-
Como funciona, do começo ao fim?
-
São quatro passos, e só dois são seus:
- 1. A gente descobre qual dos três caminhos é o seu — duas perguntas: se há acordo e se há filhos menores.
- 2. Você reúne os documentos. Se faltar algum, a gente ajuda a conseguir.
- 3. Você assina a procuração.
- 4. O escritório entra com o pedido e acompanha até o fim.
Do seu lado, o trabalho é o 2 e o 3. O resto corre com a gente, e você recebe notícia a cada passo.
-
E a pensão dos filhos?
-
Entra no mesmo processo, junto com guarda e convivência — não é uma ação separada. O valor é fixado pelo juiz considerando a necessidade da criança e o quanto o outro pode pagar. E é isso que dá força de cobrança: promessa combinada de boca não se executa, mas pensão fixada em juízo sim.
-
Volto a usar meu nome de solteira?
-
Se você quiser, sim — e o pedido vai junto no próprio divórcio, sem processo separado nem custo extra. Se preferir manter o nome de casada, também pode: a escolha é sua, e as duas são normais.
-
Dá pra dividir o pagamento entre nós dois?
-
Dá, e acontece bastante — um paga a entrada, o outro assume as parcelas, ou vocês rachar do jeito que combinarem. É só dizer como querem dividir que a gente organiza a cobrança assim.
-
Estamos separados há anos. Ainda dá pra fazer?
-
Dá, e não existe prazo que impeça. Só que quanto mais tempo passa, mais coisa se acumula: dívida que o outro faz continua podendo respingar em você, bem que era do casal se desvaloriza ou some, e imposto de transferência de bens vai juntando juros. O divórcio tardio é possível; é a partilha que fica mais cara.
-
Quanto tempo demora?
-
Depende do caminho: o de cartório não espera pauta de juiz, e o judicial depende da vara e de a outra parte responder. Quem te atender vai dizer, já na primeira conversa, o que pesa no prazo do seu caso.
Nenhum escritório honesto crava prazo antes de ver o processo.
-
Que documentos eu preciso ter?
-
Para começar a conversa, nenhum — basta contar a situação. Para entrar com o processo:
- Seus: identidade, CPF e comprovante de residência dos últimos 90 dias.
- Da outra parte: identidade e CPF, se você tiver. Não ter não impede nada.
- Certidão de casamento — no processo judicial ela não precisa ser recente, pode ser de qualquer data.
- Havendo filhos: certidão de nascimento de cada um.
- Havendo bens: o documento de cada bem, e o pacto antenupcial se vocês fizeram um.
- Havendo discussão de pensão: comprovante de renda.
Procuração, contrato e declarações são o escritório que prepara — você só assina. E se faltar alguma coisa da sua parte, a gente ajuda a conseguir.
-
A outra parte não concorda. Ainda dá pra fazer?
-
Dá. Ninguém é obrigado a continuar casado. Sem acordo, o caminho é o divórcio litigioso: entra em juízo mesmo com a outra parte discordando, e as questões de bens, guarda e pensão são decididas ali. Demora mais, mas acontece.
-
Preciso ir ao fórum?
-
Se há acordo e não há filhos menores, o divórcio sai em cartório — sem fórum, e pode ser resolvido por procuração. Havendo filhos menores, ele passa pelo juiz mesmo com o casal de acordo, porque o Ministério Público participa. Sem acordo, aí é ação judicial. A gente identifica qual é o seu logo na primeira conversa.
-
Vocês atendem quem mora em outro estado?
-
Sim. A sede fica no Centro de Barra Mansa/RJ, mas atendemos em todo o Brasil. Boa parte do processo é resolvida por documento e procuração, sem você precisar vir até aqui.
Agora que você sabe o que acontece, o resto é uma pergunta só: qual é o seu caso.
Contar o meu casoAs próximas são as menos comuns. Se a sua já foi respondida, pode falar com a gente daqui.
Contar o meu casoNão achou a sua pergunta? Ela provavelmente é específica do seu caso — e essa é justamente a que a gente responde melhor conversando.
Contar o meu caso
Existe uma sala, e uma cadeira do seu lado da mesa
O escritório fica no Centro de Barra Mansa, num prédio da Av. Joaquim Leite. Se você mora perto, pode vir conversar pessoalmente. Se mora longe — em outro estado, inclusive — quase tudo se resolve por documento, procuração e WhatsApp.
- Endereço
- Av. Joaquim Leite, 504
Centro — Barra Mansa/RJ - Atendimento
- Segunda a sexta, das 8h às 18h
(24) 98133-5262
Conta o seu caso pra gente.
Você explica a situação, a gente diz qual caminho serve e quanto custa. A primeira conversa é para entender o caso — nada é contratado por mensagem.